Isto sim é beijinho no ombro pra sociedade level: HARD.

1. Chantelle Brown-Young

que é linda e tem vitiligo desde os 4 anos de idade. Se você sofreu bullying quando criança, imagina Chantelle. Ela é daquelas que sabem que  haters = motivadores e toda essa negatividade tornou dela uma pessoa forte e auto-confiante.

Ela poderia se maquiar toda, ou se esconder, mas não. Hoje aos 19 anos, Chantelle é modelo porta-voz do vitiligo e uma das concorrentes do reality show de moda America’s Next Top Model.




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2. Conchita Wurst

a drag persona do cantor austríaco Thomas “Tom” Neuwirth, que adotou um visual pouco convencional ao deixar o rosto barbado mesmo quando transvestida.

Ela poderia tirar a barba pra não chocar ninguém, mas não. Conchita lembrou a todos que é oficialmente a única dona do seu própria nariz (e do rosto como um todo) e não mudou. Foi a grande vencedora do Eurovision Song Contest 2014, e o talento de Thomas falou mais alto do que os que se manifestaram contra baseados em superficialidades ignorantes.*

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*Thomas se auto descreve no gênero feminino quando está no papel de Conchita.

3. A menina Julia Belmont

que tem os cabelos cacheados perfeitos e não se abateu com as críticas dos coleguinhas muito menos se deixou levar pela moda da chapinha.

Ela poderia alisar, prender, cortar, sofrer. Mas não. Ela matém com orgulho a cabeleira intacta, e ainda tirou um tempinho pra ensinar em um vídeo como cuidar e valorizar os cachos.

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4. Lizzie Velásquez

a mulher mais feia do mundo (de acordo com a internet) que é uma graça, foi amada incondicionalmente desde o seu nascimento e teve que aguentar insultos que chegaram ao ponto do estímulo ao suicídio.

Ela poderia se esconder, viver infeliz, desistir. Mas não. Lizzie é feliz, livre e cheia de energia. Ela abraçou a missão de despertar na gente a auto análise, e a compreensão verdadeira do que nos define.

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Ai de quem ousar dizer que fulano é menos ou mais por causa de um atributo físico. Esqueça a falácia do “somos todos iguais”. Somo todos completamente diferentes e nossa obrigação é respeitar um ao outro sem restrição alguma, sem impor condições.

Viva a diversidade e viva a resiliência dessas abençoadas ai de cima que tem muita coisa pra nos ensinar sobre a vida.

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